No artigo “Do algoritmo ao afeto: a onda agora é a inteligência social”, publicado na Exame, Adriano Lima, Global CHRO da Minerva Foods, reflete sobre como a inteligência social está se tornando o diferencial mais relevante no ambiente corporativo, superando inclusive as hard e soft skills tradicionais.
Lima argumenta que, enquanto as máquinas e algoritmos avançam em velocidade e precisão, o verdadeiro valor humano nas organizações passa a ser a capacidade de criar vínculos, compreender emoções, gerar empatia e promover conexões significativas. Segundo ele, a inteligência social — que envolve escuta ativa, respeito, colaboração, generosidade e a habilidade de criar ambientes psicológicos seguros — é o que diferencia equipes de alta performance e líderes de sucesso em um cenário cada vez mais digital e automatizado.
O artigo destaca que, para o profissional do futuro (e do presente), será cada vez mais importante desenvolver competências relacionais, investindo no autoconhecimento e na gestão das emoções, tanto próprias quanto dos outros. Além disso, Lima ressalta que as organizações que estimulam a inteligência social em suas culturas tendem a ser mais inovadoras, resilientes e adaptáveis às mudanças.